quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Metas para 2018 (e como pretendo cumpri-las)

TL;DR: Minhas metas para o ano estão girando em volta do meu aprendizado de programação e para o meu desenvolvimento profissional.

Não, eu não espero terminar o ano como desenvolvedora full-stack. Não vou colocar metas irreais. Não é porque X conseguiu ir do zero ao full-stack em um ano que eu vou conseguir isso também. Esse blog só existe porque fazer as coisas com calma é o que funciona melhor para mim (ainda que eu não faça isso sempre).

Mas, beleza. Às metas.

Basicamente, o único objetivo fixo e final é conseguir um emprego como desenvolvedora front-end, um desafio que vai muito além do simples saber programar, já que eu não possuo qualquer tipo de experiência empregatícia, e muito menos estou em um curso de Ciência da Computação e derivados (muito pelo contrário, atualmente faço minha primeira graduação em Arqueologia).

Antes de começar a procurar por uma vaga de desenvolvedora júnior, estabeleci algumas submetas.

A primeira é conseguir pelo menos três certificados de cursos on-line (estou com vários cursos para começar e dois para terminar). Os cursos on-line incluem dois "do básico ao avançado", sendo um deles o gratuito (como diz o nome) FreeCodeCamp, sobre o qual farei uma postagem mais detalhada futuramente, e vários cursos que cobrem outros tipos de recurso front-end que eu ainda não tenho conhecimento sobre (por exemplo, Sass e npm) para que eu possa começar adquirir o workflow moderno dos desenvolvedores web. Com a ajuda deles, espero me sentir totalmente apta a criar designs responsivos e bonitos visualmente.

A segunda submeta é realizar trabalhos para rechear o meu portfólio, que atualmente está vazio (e esses trabalhos não podem ser fruto de nenhum exercício dos cursos, e sim da minha própria criatividade e para uso real). Meu planos para isso também merecem um post separado.

Além do objetivo fixo, quero começar a entrar no mundo do back-end, ainda que não seja um estudo aprofundado. Também pretendo utilizar o FreeCodeCamp para esse fim, seguindo seu currículo para adquirir conhecimentos em Node.js, Express.js, MongoDB e APIs, principalmente.

Tudo isso, é claro, não é uma receita de bolo, mas, tendo estabelecido um produto final, vou realizando minhas submetas (e metas extras que possam vir a aparecer) conforme eu me sentir confortável. 

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

EITA: quero ser ~full-stack~

Fonte: Lets Nurture

Resolvi iniciar esse blog para registrar o meu progresso como desenvolvedora web, pensando em sair da minha zona de conforto do front-end para entrar no mundo do back-end. Aqui, pretendo relatar tanto os meus aprendizados como meu processo de busca pelos meus aprendizados, com o objetivo de autoavaliação e pensando que, talvez, a exposição da minha experiência possa ser útil para outros que pretendam entrar para o mundo do desenvolvimento.

Primeiramente, creio que se faça necessário contextualizar o meu conhecimento atual, para que se tenha uma noção de onde eu estou partindo, já que está longe de ser do zero.

HTML & CSS

Minha história com essas duas linguagens é de longa data, e começa aqui, no Blogger. Quando criança (com no máximo dez anos de idade), um dos meus hobbies favoritos era fazer blogs. Era blog atrás de blog, todos eventualmente sendo abandonados para que um novo blog com um assunto completamente diferente fosse criado.

Acontece que o meu negócio de fato era criar templates para o Blogger. Na época, eu não fazia nada do zero, é claro. Minha diversão era editar templates já prontos, disponibilizados pela internet afora. E foi assim que eu aprendi os básicos de HTML & CSS: intuitivamente. Quando se passa anos e anos fazendo edições, você alguma hora vai começar a entender a lógica do negócio.

A partir daí, meu lugar na internet sempre foi ao lado dessas duas linguagens e do web design. Não interessava onde eu estava: se eu tinha a oportunidade de abrir algumas tags HTML e selecionar e modificar alguns IDs em CSS, era o que eu fazia. E eu me divertia muito fazendo.

Há mais ou menos dois anos, eu criava o meu primeiro site do zero. Lembro bem que foi um momento em que eu resolvi usar tudo que eu sabia para tentar criar algo, e acabou saindo um portfólio em forma de cartão de visita com design duvidoso (muitos box-shadow e text-shadow, coisas que eu usava muito antigamente nos meus web designs em pixel art, mas que não usaria atualmente POIS INFELIZMENTE SOU ADEPTA AO FLAT).

Há um ano, eu resolvi aprender PHP (experiência que vou colocar com mais detalhes mais pra frente no post), e, com isso, acabei tento a minha segunda prática de criar um site do zero, dessa vez bem mais dinâmico por conta do back-end.

Há seis meses, descobri a existência dos chamados frameworks. Primeiro, o Bootstrap através de um curso que comprei em uma promoção no Udemy. Depois, o Materialize CSS, por sugestão de um amigo.  E, de repente, meus problemas de alinhamento e centralização estavam resolvidos (era tudo que eu precisava para voltar a amar o trem complicado que é o CSS).  Enfim capacitada na criação de sites responsivos, finalmente pude me sentir uma desenvolvedora front-end. Até me lembrar que ainda faltava o Javascript.

Javascript

Infelizmente, meu conhecimento de Javascript está longe de ser o que eu gostaria que fosse. Comecei a estudá-lo pela primeira vez em julho desse ano, quando comprei um curso de desenvolvimento web no Udemy. Fiz um projeto ou outro daqueles joguinhos bem básicos. O máximo que consegui desenvolver até o momento foi essa lista de tarefas em javascript puro, que armazena os dados utilizando a web storage do HTML5.

PHP

Como citei mais acima, possuo um conhecimento básico em PHP que veio tanto do esforço já comentado de tentar aprender a linguagem quanto das vezes que já mexi em arquivos .php sem saber o que estava fazendo (ah, os bons tempos de servidores de jogos piratas! sem eles eu sequer saberia da existência do PHP). É um conhecimento de fato bem básico, o suficiente para se criar um sistema de login com comentários como o do vídeo abaixo (fiquei feliz de ter encontrado o vídeo, apesar de que gostaria mesmo era de encontrar o site).


Lua

Essa informação provavelmente vai soar bem aleatória, mas eu tenho um conhecimento relativamente considerável em Lua, uma linguagem de programação brasileira que não é lá tão difícil de se aprender. Essa aqui eu vou ter que agradecer ao Tibia (novamente, o envolvimento com servidores piratas de jogos é como entrar em uma faculdade). Não sei o que vou fazer com isso ainda. Provavelmente nada, mas é alguma coisa.

Enfim, basicamente, é isso. Esse post teve como único objetivo ser um memorial.